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by Grasiano Creton
*Artigo da Semana
ORGASMO? OH, AH, YES!

Caríssimos leitores, a edição de hoje está um pouco quente, ousada e “caliente”. Tudo isso porque ontem, 31 de julho, comemorou-se o Dia Internacional do ORGASMO. Olha que interessante! Temos um dia especial para essa sensação no calendário, agora, vocês sabem o que é um orgasmo? melhor... Reformularei a pergunta, você já sentiu isso? Sim, caríssimos, uma maioria muito grande de pessoas não sabem muito bem o que é um orgasmo, mas talvez nunca sentiram ou fingiram sentir. Eu já senti? Já fingiram pra mim? Eu já fingi? Ai ai... Fiquei assustado agora. Bem... deixemos minha intimidade de lado e vamos falar um pouco desse assunto que para muitos ainda é uma “novidade”. E não faça essa carinha de que sabe o que é um orgasmo, você não me engana caro leitor e não tente fingir!

É comum escutarmos numa “rodinha feminina” quem diga que vê constelações apenas com leves passadas de mãos nas costas, pés, seios e até mesmo no cabelo e outros que juram que gozam fazendo sexo oral no parceiro(a). Alguns vão mais além, dizem que gozam apenas tirando a roupa para o parceiro. Para você não é tão simples assim? Saiba então que você está com a maioria. Talvez por esse motivo tenham criado o dia do orgasmo. Para levantar a bandeira de que, sim, é um direito nosso se deliciar, derreter de prazer, ulalá. São muitos os fatores que podem influenciar no fato de muitos atingirem ou não o orgasmo "O sexo é permeado de condições emocionais que facilitam o processo: o bem estar, uma relação conjugal de qualidade, amor, carinho, afeto, tudo isso facilita o processo de excitação", explica o psicólogo, sublinhando a importância de que a mulher tenha consciência corporal, saiba utilizar os seus sentidos a favor de sua excitação e do seu prazer sexual.

O que é tiro e queda para um, para outro é nada feito. "Não existe uma maneira unânime de excitação sexual feminina ou masculina. Portanto quando cada um da parceria sabe o que lhe é confortável e isso é comunicado e compreendido pelo casal, quando há respeito e cumplicidade, o processo tende a melhorar e facilitar que cada um saiba o que fazer para que o outro sinta-se melhor e tenha a possibilidade de prazer no encontro sexual”. Para você amigo leitor, que ainda não atingiu esse limite de prazer, aí vai 7 dicas que podem ajudar você e seu parceiro a terem um momento de mais prazer entre quatro paredes:

1. INVISTA NAS PRELIMINARES
2. FIQUE POR CIMA DO SEU PARCEIRO
3. DEPILE-SE EM VOLTA DO CLÍTORIS
4. FOQUE NO ORGASMO (nada de pensar no trabalho ou em outros compromissos)
5. DIGA A ELE/ELA COMO VOCÊ GOSTA
6. MASTURBAR-SE NA HORA H
7. TENTE O ANAL

Amigo leitor, aqui finda as dicas, agora, se nada disso resolver acho melhor você trocar de parceiro(a) ou rever seus conceitos. Até o próximo artigo. Ah,Oh, Yes! Surpresas virão! Aguardem...

MODA

A moda também está nas ousadas e quentes fantasias eróticas, eu creio que não há nenhum mal em fantasiar, criar uma história ou fazer um filminho. Tudo isso possibilita a libertação do desejo das garras da repressão. Fantasiar não é perversão, é imaginação. A questão fica mais complicada quando a fantasia passa para a realidade, e eu explico o porquê. Enquanto a fantasia acontece só na cabeça, o pensamento é livre, vai aonde você quiser e com quem quiser. A coisa muda quando a fantasia passa para a realidade, já que o desenrolar da situação vai depender também da vontade de outra pessoa. Deles e delas!
Pesquisas indicam que as fantasias femininas mais comuns são diferentes das fantasias masculinas. E como combinar a fantasia dos dois? Nessa hora é muito importante o respeito pelo parceiro. Ou seja, só “entre” na fantasia do seu parceiro se isso não lhe causar nenhum dano físico ou emocional. E isso é válido tanto para o momento, quanto para mais tarde.
É comum um parceiro topar viver a fantasia do outro no momento do envolvimento, na tentativa de agradar, e mais tarde sofrer com isso, seja por não ter gostado ou até porque sofreu algo ruim.

A melhor forma de levar as fantasias para a vida real é dividi-las com o parceiro, que também poderá revelar suas “ideias” mais secretas. Se vocês toparem viver a fantasia um do outro, sejam felizes. O que é combinado não é caro. Mas se você decidir não revelar a sua fantasia, viva-a! E tenha claro que a fantasia é apenas um dos estímulos sexuais, um dos afrodisíacos. Portanto, não abra mão dos demais estímulos que poderão ser experimentados a partir dos nossos sentidos.
Solte a sua inspiração e os seus sentidos para alcançar e dar prazer!


MOMENTO ALFINETADA

Chegamos em meados de 2010 e fomos brindados com uma das imagens mais chocantes da TV brasileira: Ana Maria Braga vestida de Madonna, apresentando seu programa matinal. Não tem quem não comentou o susto que foi vê-la de peruquinha, corselet e sutiã pontudo às 7h da manhã na telinha. (tadinha das crianças que acordam neste horário) Meses depois, Ana surpreendeu novamente com um visual "Cruela Devil", no aniversário do Mais Você. No meio desses dois ápices, aparições memoráveis que você vê aí na foto. Ana, a gente te adora, acha você uma mulher incrível, mas contrata um personal stylist?

LITERATURA

Meu amigo Adal sabe muito bem que não sou muito adepto da literatura de massa, mas como prometi a você leitor falar sobre sexo nas matérias de moda, literatura e artigo semanal, tive que escolher uma obra literária de massa, pois creio que não há nenhuma obra de fruição com a temática erotismo, pelo menos explicito.
Nenhum lugar como a nossa cama. É boa para dormir, namorar, transar, ver um filme agarradinho e, por que não?, ler. E não estamos falando de jornais ou livros do trabalho, mas de romances eróticos que fazem a imaginação ir às alturas. E aqui vai a sugestão de um livro para esquentar suas noites de inverno com seu parceiro(a) "A casa dos budas ditosos", de João Ubaldo Ribeiro.
O livro foi adaptado pelo dramaturgo Domingos de Oliveira para o teatro em um monólogo encenado por Fernanda Torres. Conta as histórias de uma baiana de 68 anos que decide revelar detalhes da sua vida sexual, entre reflexões sobre o sexo e seus tabus.

Leia um trecho: "(...) e eu doida que ele gozasse na minha boca e ele acreditando naquela frescura preliminar do ‘essa coisa que espirra' e tirando o pau fora de minha boca para gozar na minha mão, até que não agüentei e grunhi ‘goze na minha boca!' e reenfiei o pau dele tanto quanto pude na boca e só parei quando senti ele gozando quase em minha garganta".

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by Grasiano Creton 2nd edition


* Artigo da Semana

Coco Antes de Chanel


Uma bem vestida história da carochinha


O que você sabe sobre Coco Chanel? Se não tiver curiosidade por estilistas nem recebeu criação francesa, onde a moda é patrimônio nacional, provavelmente ligará o nome a um perfume, uma bolsa ou a um corte de cabelo. Ou ainda à figura vaga de uma estilista imponente e com fama de importante - que você não sabe explicar exatamente de onde vem. Foi o que aconteceu comigo, estimados leitores, não sabia quem era “Coco” pra mim era uma fruta, de que por sinal se extrai uma deliciosa água. Mas numa preguiçosa tarde de sábado ao passar pela locadora de minha cidade encontrei um DVD com o seguinte título: “Coco antes de Chanel (Coco before Chanel)” resolvi levar para assistir, fiquei deslumbrado com o figurino do filme, mas confesso que a história, “ishi” que água com açúcar! Depois de ver tal empolgante filme fui para a internet pesquisar quem foi “Coco” e digo findando este parágrafo, QUE VERGONHA DE MIM! Vocês entenderão melhor ao findar mais um artigo de “qUeiMe dEpoiS de LeR”. Mas sua importância não é gratuita, nem restrita a iniciados. Trabalhando com moda a partir dos anos 1910, Chanel construiu um império e revolucionou o pensamento do século XX. A estilista liberou as mulheres da silhueta firme e conservadora de então, marcada pelo corselete, e introduziu roupas inspiradas no vestuário masculino. Uma explicação simplificada, mas que dá o tom da quebra de conceitos que ela provocou. Não espere, porém, nenhum escândalo de Coco Antes de Chanel (Coco Avant Chanel, 2009), novo filme de Anne Fontaine. Como o título promete, o enredo enfoca os anos pré-império da moda da protagonista. Quem está ali, retratada por Audrey Tautou, não é a poderosa estilista. E, sim, a moça órfã e de família humilde, que costura de dia e canta em cabarés de noite. É nesse meio tempo que Gabrielle, seu nome real, tem seus primeiros (de muitos) romances poderosos e ganha seu acesso à alta roda parisiense. Primeiro através de Étienne Balsan, com quem constrói uma relação esquisita de submissão às avessas. Em seguida vem "Boy" Capel, amigo de Balsan, que se torna seu grande amor e ajuda Chanel a transformar seu hobby de criação de chapéus no embrião da maison que conhecemos hoje.
O figurino, como é de se esperar, é bem cuidado e dá o tom sutil na evolução de pensamento da personagem. Vale destaque também a caracterização de Tautou, que consegue reproduzir a carranca ranzinza de Chanel, com o cigarro na boca caída. Nada tão marcante quanto Marion Cotillard em Piaf, mas funciona. E, infelizmente, é uma das poucas coisas que realmente funcionam. De um ícone francês para outro, a comparação com Piaf é válida. Apesar de mergulhado em sentimentalismo, a biografia da cantora cumpre, com louvor, a missão de apresentar sua história do começo ao fim. Coco Antes de Chanel, por outro lado, não consegue nem mesmo manipular as emoções do espectador. Chanel, pobrezinha, ganhou uma biografia insossa, que não vai, nem vem. É apenas um filme OK, que não conquista quem não está por dentro da história pós-cenas finais. A estilista é reduzida a uma mulher de romances, que soube tirar proveito dos seus homens. Suas motivações e personalidade avant garde ficam para fora, mostrando uma Chanel rasa e entediante.


Audrey Tautou em cena do filme "Coco before Chanel"

Assim, limando as arestas mais polêmicas, Coco Antes de Chanel serve para uma campanha velada de limpeza da reputação da estilista para os novos tempos politicamente corretos. Omite-se cada vez mais seus movimentos mais polêmicos. Como seu envolvimento com nazistas, que lhe rendeu uma prisão por crimes de guerra, um exílio de uma década e o ódio dos franceses. Tudo isso vai para sob o tapete, e a biografia da estilista ganha, cada vez mais, ares de história da carochinha. Uma carochinha muito bem vestida, aliás!



TV
Os itens de moda do remake de Ti-Ti-Ti que devem voltar a fazer sucesso

Ombreiras, polainas e lenços estão entre as apostas ditadas pela novela global


No embalo do remake de Ti-ti-ti, novela das sete da Globo, relembramos o que era moda nos anos 80. Ao olhar os arquivos da trama, percebemos que algumas tendências daquele tempo estão novamente em alta, 25 anos depois. Outras saíram de circulação, como o corte de cabelo estilo Chitãozinho Xororó, que, naquela época, era sucesso absoluto. A escritora da releitura, Maria Adelaide Amaral, teve de adaptar para o nosso tempo as criações dos personagens principais, os estilistas Jacques Leclair (Alexandre Borges) e Victor Valentim (Murilo Benício). Como Ti-ti-ti transita no universo fashion, também apostamos em algumas tendências que o remake vai reforçar nas ruas e lojas.
Lenços
Jacques Leclair, o divertido personagem de Alexandre Borges no remake de Ti-ti-ti, está abusando dos lenços no pescoço. Só nesta semana de estreia, o estilista apareceu usando vários modelitos. O acessório pode ser usado por homens e, mais ainda, por mulheres

Luzes/mechas californianas
Malu Mader, que participou de Ti-ti-ti em 1985, está de volta ao remake, de visual novo, é claro. Na década de 80, ela tinha o corte de cabelo estilo Chitãozinho & Xororó. Agora, arrasa com as luzes californianas, uma das fortes tendências para as madeixas. O degradê nos fios, que deixa as pontas do cabelo mais claras, dá ares de verão à composição
As ombreiras definitivamente estão de volta – mais discretas e menores. Deixam o look elegante, equilibrando a silhueta e levantando os ombros caídos. Nos anos 80, as mulheres buscavam exercer cargos importantes, até então ocupados por homens. Por isso, abusaram das ombreiras, tendência que as deixavam com mais presença.
Polainas marcou a colorida década de 80. E não é que, nas escolas e até mesmo nas academias, já podemos ver mulheres de todas as idades usando polainas? Elas vão bem com vestidos, calça skinny, legging e corsário. Na hora da malhação, são ótimas também para tapar as pernas do frio.





Kate Moss - A top mais PODEROSA do planeta!

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A supertop inglesa Kate Moss foi tema da edição de junho da revista francesa "Liberation Next", em capa divulgada nesta segunda-feira, 7. Kate recentemente posou para outra publicação do país, a "Vogue" França.


Britânica, Kate Moss trabalhou como o modelo por mais de 15 anos, período em que se tornou um dos ícones da moda mais inspiradoras do mundo. Nasceu em Croydon, em 1974, e foi descoberta pela influente agente de moda Sarah Doukas, fundadora da Storm Model Agency, em meio ao caos do aeroporto JFK. Kate tinha apenas 14 anos e voltava de férias com sua família. Até aquele momento nada poderia indicar que ela se tornaria numa das modelos mais bem sucedidas do mundo.


A beleza de Kate é uma das quais mais perdurou em sua geração e, certamente, serviu como inspiração a muitos estilistas em todo o mundo com suas formas proeminentes e praticamente perfeitas. Foi fotografada para editoriais e capas das mais importantes revistas de moda em todo o mundo, como Vogue, The Face, Vanity Fair, W entre outras. Kate é também a modelo e a personalidade favorita dos fotógrafos mais respeitados do mercado como Mario Testino, Steven Klein, Mert & Marcus, Juergen Teller, Mario Sorrenti, Craig McDean e Nick Knight.



Com esses profissionais, ela fez campanhas para as mais importantes casas de moda: Dior, Chanel, Yves Saint Laurent, Versace, Dolce & Gabbanna e Missoni, entre outros. Kate é a personalidade que mais apareceu nas capas da Vogue britânica, com 24 edições, muito mais do que qualquer outra modelo. Kate recebeu seu primeiro prêmio internacional quando foi eleita por Calvin Klein para ser a “cara” da sua casa de moda e de seu perfume, Obsession. Klein assinou um contrato exclusivo de cinco milhões de libras com Kate. A campanha, fotografada Mario Sorrenti, seu namorado na época, desafiou a percepção tradicional da beleza, da indústria e dos consumidores, o que fez com que o nome de Kate estivesse em todos os lugares. Kate participou, na década de 90, do fenômeno das “super models” e, juntamente com Cindy Crawford, Naomi Campbell, Claudia Schiffer e Linda Evangelista, foi tida como uma das profissionais mais bem sucedidas dessa geração. Com pouco mais de 30 anos, Kate já tem quase duas décadas de carreira e sua popularidade continua em alta.

Recentemente, fechou importantes contratos como com a Rimmel, marca de cosméticos e as campanhas com Dior, Stella McCartney, Roberto Cavalli, Longchamp, David Yurman, Bvlgari, Nikon, Belstaff, Louis Vuitton, Chanel, Versace, Jeans Calvin Klein e Byrberry... Em 1997, foi publicado o livro “Kate Moss: o Livro”, como uma comemoração à sua carreira. O livro rendeu homenagens a muitos dos fotógrafos de moda com os quais Kate trabalhou ao longo de sua carreira. Kate escolheu pessoalmente todas as imagens que fizeram parte desse trabalho. Nos últimos anos, Kate tem ido além da moda e interessou-se pelas artes, literatura e música, tem participado de vídeo clipes como “Delia’s Gone”, de Johnny Cash e “I Just don’t know what to do with myself”, The White Stripes. Em 2003, fez participação vocal na música tema de “Some Velvet Morning” e em diversas canções da banda Babyshambles, do qual seu namorado, Pete Doherty, faz parte. A aura de Kate transcende a moda e seduz a artista em todos os níveis.
Foi musa inspiradora para diversos artistas e escultores reconhecidos. Em 2002, associou-se ao pintor alemão Lucien Freud para que o artista fizesse seu retrato nu quando estava grávida e que a representasse como uma versão de Madonna. Em 2006, o controverso escultor britânico Marc Quinn apresentou “Sphinx”, uma escultura de Moss em uma pose de yoga que representa ”um espelho de nosso ser, uma Venus de nossa era”. Desde o nascimento de sua filha, que Kate descreve como um dos momentos mais felizes de sua vida, sua agenda de trabalho foi drasticamente reduzida, especialmente os que exigem viagens. Por essa razão Kate não tem participado de muitos desfiles de moda. Sua filha é a coisa mais importante de sua vida e Kate passa a maior quantidade de tempo possível com Lila, apesar de seus compromissos profissionais.
A imprensa está a todo o momento elogiando Kate por seu estilo e por sua capacidade interpretar e expressar seus sentimentos. Aparece freqüentemente nas listas das “mais bem vestidas do ano”. O estilo de Kate é natural. Obviamente, ela desfruta dos prazeres da moda mas nunca se torna escrava da roupa ou da marca que veste numa demonstração de total autenticidade. Seu poder e influência na moda são tão fortes que ela pode verdadeiramente impulsionar novas tendências simplesmente pelo corte do jeans que usa. Talvez por isso tenha sido inevitável que em algum momento lançasse sua própria linha de roupas. Sua parceria neste ano com a gigante da moda, Topshop, foi uma oportunidade perfeita para isso.
O ano de 2007 é também tão importante, porque Kate, finalmente, realiza o sonho de ter seu próprio perfume, numa parceria firmada com a Coty.


A assinatura de Kate é a representação da mulher moderna. É uma mistura de eclética com roqueira, de mãe dedicada e ícone da moda. Combina a sensualidade e o glamour com uma aura magnética e misteriosa. Com apenas 32 anos de idade, Kate Moss é referência de sua geração.

disponível em:
acesso em: 27/7/2010

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